AFRODAN - FORUM INTERNACIONAL DE DANÇA AFROBRASIL
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
domingo, 31 de julho de 2011
DOIS MUNDOS
Na história da humanidade os homens aprenderam a se destinguir pelos modus operandi, vivendi e pensandi a cor da pele é uma distição recente, fruto exploração territórial do novo mundo tendo como recurso a negação da humanidade dos vencidos e o afastamento dos princípios da moioria das matrizes religiosas vigentes nesse período.
No Brasil não foi diferente de outros sítios da diáspora africana, a arcabouço racial nos prendeu a todos. O treze de maio foi uma oportunidade única e legal de se contruir uma nação brasileira, mas o Estado brasileiro preferiu se encaminhar pela tortuosa estrada da eugenia positiva acreditando na acertiva científica, de que os negros, então assim chamados os escravizados e depois de libertos alcunhados de homens de cor, estariam fadados a extinção em 300 anos. Para acelerar esse processo, ingredientes como a pobreza e a falta de acesso aos meios de produção e consumo foram acrescentados aos calculos matemáticos de Nina Rodrigues. Somados ainda a importação de europeus de toda espécie e o financiamento total do Estado à infraestrutura das colonias e possível enriquecimento desses novos compatriotas gerados no pós guerra e que chagavam no Brasil "sem ter onde cair vivo". Um bom exemplo é o da nossa presidenta, filha de um empresário falido que chega ao Brasil e faz fortuna, e mesmo com uma história brilhante de prisões e perseguição política consegue estudar em boas escolas, obter cargos públicos e ocupar um cargo tão importante em apenas um geração. Eu nem me lembro a quantas gerações meus antepassados estão aqui e eu não conseguirei ver a minha geração presidente. Um abraço!!!!
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